15 Habilidades que a criança precisa desenvolver

E como trabalhar todas elas a partir de uma única história.

O que uma criança realmente precisa aprender?

Se você já pensou sobre isso, possivelmente você está no caminho daqueles que anseiam por oferecer uma educação verdadeira aos seus filhos e alunos.

Porque não basta ensinar. É preciso ensinar aquilo que a criança de fato precisa aprender. E quando pensamos nisso precisamos considerar as habilidades que desejamos que as crianças desenvolvam e não somente o que queremos que elas saibam.

O que sabemos é, de fato, muito importante. Os fatos e informações que conhecemos moldam nosso pensamento, nosso caráter e até mesmo nossas crenças e nossa fé.

Mas preparar a criança para a vida implica também em capacitá-la para fazer o que precisa – inclusive para aprender sozinha, analisar o que ouve e decidir o que deve reter. Ou seja: uma vez que jamais conseguiremos ensinar tudo que a criança um dia precisará saber, devemos nos empenhar em ajudá-las a desenvolver as habilidades que necessitam para serem capazes de aprender tudo o que a vida requerer – ou o que quiserem.

Em 2013 eu comecei a pesquisar sobre quais seriam as habilidades que as crianças mais precisam desenvolver. Com o tempo fui tentando organizar formas de trabalhar essas habilidades a partir das histórias (porque as boas histórias sempre nos oferecem um mar imenso de possibilidades).

Então quero apresentar aqui para vocês como elaboramos as atividades que nos permitem trabalhar 15 dessas habilidades com as crianças a partir de uma história, como fazemos no Programa Valores e Virtudes.

Começaremos com a habilidade de atenção e concentração.

Veja abaixo o vídeo onde explico melhor tudo isso e nos siga lá no Youtube também para receber os novos vídeos.

Até mais,

Katarine Jordão.

Carta #4 – Dois livros que me fizeram chorar

São José dos Campos, 08 de julho de 2021.

Queridos amigos leitores,

Hoje queria contar sobre os livros, mas antes vou dizer algo super legal! Essa semana eu decidi tomar uma atitude sobre algo que estava me embaraçando a vida: desinstalei o Instagram do meu celular.

Quem me acompanha há mais tempo sabe que desde sempre – e por “sempre”, entenda-se “desde 2015” eu tenho uma batalha pessoal aqui contra as redes sociais. Tudo começou quando eu passei por um dos vales escuros da vida por conta de uma depressão e precisei me desconectar do excesso de informações. De lá para cá já saí e dei pausas várias vezes, mas sempre era difícil. Vai que essa semana meu esposo e eu estávamos conversando, depois do café da manhã, sobre o tempo que se tem na vida. E embora sempre pense nisso, dessa vez eu tomei uma atitude e desinstalei para não ficar mais o tempo todo abrindo e perdendo tempo.

Mas dessa vez foi tão diferente! De repente eu comecei a me sentir super feliz e super viva! Não sei bem explicar como é isso, mas acho que é uma sensação de despertar de um sono, ou de uma letargia. Sinto como se agora eu conseguisse focar nas coisas que realmente importam – os livros que tenho para ler, vídeos para gravar, textos a escrever… Enfim… Quis contar como isso me fez bem porque na semana passada falei sobre como às vezes nós precisamos “perder” algo, e percebo que foi isso que aconteceu.

Pois bem. E o que isso tem a ver com os livros que me fizeram chorar? Duas coisas. Já vou explicar.

A primeira vez que chorei lendo um livro foi quando tinha uns 11 ou 12 anos. Na época eu era viciada em ler (sério mesmo; eu lia até lavando louça – para o desespero da minha mãe) e estava começando a descobrir a estante de literatura brasileira na biblioteca da minha escola. Foi quando cheguei em José de Alencar e li “O tronco do ipê”. Para dizer a verdade verdadeira eu não me lembro de nada da história, exceto desse momento em que a moça diz para o noivo que se ele fosse embora não a encontraria viva nunca mais. Parece dramático, mas no contexto da história, e pela forma como o autor usou as palavras aquela cena me doeu tanto o coração que eu chorei.

Depois disso já chorei muitas vezes lendo livros, claro, mas o outro momento que quero contar foi quando eu comecei novamente a lidar com a depressão. Na época eu estava me sentindo infeliz e perdida na vida. E eu me sentia frustrada porque Deus não parecia responder ao que eu pedia.

Foi quando eu tirei da estante o livro “Heidi: a menina dos Alpes”. Eu já tinha ouvido falar sobre esse livro na escola onde dava aulas, mas achava que era uma história daquelas bem infantis. Depois, quando comecei a selecionar clássicos para o Programa Valores e Virtudes, comprei para ler e analisar. E foi nessa época que eu comecei a ler. E eu acho que nunca chorei tanto lendo um livro.

Eu me lembro de, em um momento, deixar o livro de lado e chorar sem parar.

Diferente da primeira vez, aqui eu não estava só emocionada com a história. Dessa vez eu estava sendo profundamente confrontada com o que se passava em meu coração naquela crise que estava vivendo. Heidi foi o livro que Deus usou para trazer cura ao meu coração naquele momento. Foi a história que Ele usou para me lembrar quem Ele era e quão preciosa era a vida – e quanta vida eu estava desperdiçando afundando-me naquele emaranhado de tristeza e frustração.

Nessa época eu entendi melhor por que são tão maravilhosos os livros clássicos. E por que é tão importante ler e conhecer esses livros. Eles não foram escritos seguindo um modelo ou método específicos que os classificaria como “clássicos”. Eles simplesmente foram escritos com maestria e seu conteúdo e forma eram tão bons e tão marcantes que eles continuaram a ser lidos geração após geração, marcando a vida de pessoas de diferentes culturas e lugares do mundo.

Então eu disse que minha decisão de desinstalar o Instagram do meu celular tinha duas coisas a ver com a história dos livros que fazem chorar.

A primeira é essa questão da depressão que me fez perceber que eu precisava, com urgência, desligar um pouco dessa virtualidade toda e viver mais o aqui e agora – a vida que estava aqui, ao meu redor. E foi num momento desses que me deparei com a história que me levou lá para os Alpes floridos em um dia de céu azul e me fez relembrar o que realmente importa.

A segunda é que eu me dei conta, recentemente, de que as redes sociais me amarravam com o facílimo acesso a distrações quando eu queria descansar. E isso me fazia não ter vontade de pegar um livro para ler, sabe?

Então o que quero compartilhar na carta dessa semana é o quanto tem sido boa essa sensação de que não preciso ficar me distraindo vendo a vida de outras pessoas e propagandas mil.

E não acho que isso seja uma norma não… Talvez para muitas pessoas as redes sociais sejam algo que não as atrapalha de desfrutar da vida, dedicar-se ao estudo e à leitura, usar seu tempo de modo produtivo e sábio. Mas no meu caso não era, sabe?

E a questão é que sempre existe algo que nos prende, não é? Eu fiquei lembrando daquele texto que memorizei quando era adolescente: “… desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.” Hebreus 12.1

Esse texto fala sobre a fé. Sobre não nos perdemos em meio às canseiras e pesos dessa vida e desanimarmos de confiar no Senhor. E eu fiquei pensando nisso: às vezes nos sentimos presos e na verdade basta decidirmos nos soltar daquilo que nos embaraça para ficarmos livres para “correr, com perseverança, a carreira que nos está proposta”.

Que o Senhor nos ajude a discernir as coisas dessa vida com sabedoria e desfrutar da liberdade que Ele nos oferece. Vida plena, que floresce e que dá frutos.

Com carinho,

Katarine

P.S.: Se ainda não conhece esse livro da Heidi, veja aqui um pouco mais sobre ele e sobre o nosso material para ensinar a sabedoria e moldar o caráter por meio dessa leitura: Heidi, a menina dos Alpes.

P.S. 2: Se ainda não tem nossos materiais, aproveite a promoção de 45% para quem adquirir o pacote completo para estudo dos 5 livros clássicos que usamos aqui.

Carta #2 – A droga da obediência

São José dos Campos, 17 de junho de 2021.

Oi, gente! Boa tarde.

Hoje é quinta-feira e dia da nossa Carta da Semana. (Porque estou lutando bravamente contra mim mesma para conseguir estabelecer rotinas – e permanecer nelas. Deus me ajude!).

Bom, eu queria escrever dessa vez um textinho curto e até cortei várias partes, mas esse assunto me deixa tão brava,  triste e indignada, que acabei deixando longo mesmo.

Acontece que dia desses li um texto sobre obediência e fiquei inconformada. Fiquei lembrando daquele livro “A droga da obediência”.

Escrito por Pedro Bandeira, e publicado em 1984, ele conta a história de um grupo de amigos que montaram um clube na escola chamado “Os Karas” e acabaram se envolvendo na investigação de uma organização criminosa que manipulava fórmulas químicas e acabaram criando uma nova droga que usavam com adolescentes. Essa droga fazia com que eles se tornassem “fiéis como cãezinhos” e fizessem tudo o que mandavam. O livro empolgante acabou dando origem a uma série de histórias com as aventuras do grupo e fez parte da minha infância, início da adolescência, quando eu já tinha lido todos os livros da Série Vagalume e precisava de algo mais.

Na história, a obediência é tratada como uma droga que deixa as pessoas incapazes de questionar os problemas do mundo, para que assim sejam manipuladas. O problema é que enquanto para mim isso não passava de uma história de mistério e aventura, muitas pessoas parecem agir como se isso fosse a mais pura verdade, e como se a obediência como se fosse um terrível mal para a criança.

Eu perco as contas de quantas vezes vejo pessoas dizendo que exigir que as crianças sejam obedientes é incapacitar as crianças de pensar e viver criativamente.

Uma das aulas do curso Educação do Caráter eu organizei para trabalhar a Virtude da Obediência JUNTO com a virtude da Criatividade, só para mostrar como NÃO FAZ SENTIDO alguém dizer que a obediência gera pessoas pouco criativas e sem capacidade de analisar as coisas criticamente.

E isso é triste demais porque eu sei quantos pais e mães lutam todos os dias para ensinar seus filhos e como precisam, além de tudo, lidar com os olhares reprovadores daqueles que afirmam que é errado querer filhos obedientes. Daqueles que tiveram seu pensamento formado mais por textos “inovadores” dos educadores modernos, do que pelos textos tão claros da Bíblia.

Nunca me esqueço do impacto que eu senti quando li aquele texto em que Deus fala a Jeremias: “Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.” Jr. 2.13

Gente… Se o que uma pessoa defende é claramente o CONTRÁRIO do que Deus ensina, não dá para ir atrás disso como se fosse algo bom só porque é diferente. Nem tudo o que é novo é bom!

Porque é “lindo” ver crianças pequenas argumentando e “dando bronca” no papai, mas só quem já precisou lidar com a desobediência quando a criança e o adolescente crescem sabem como isso é doloroso e difícil.

Mas e a criatividade? Ah, gente… Deus promete muito mais do que essa criatividade vazia que as pessoas tanto querem que as crianças tenham. Essa criatividade de crianças que têm um argumento para tudo o que os pais dizem, mas que não sabem fundamentar seus argumentos na verdade. Aos filhos obedientes Deus promete sabedoria, entendimento, conhecimento e vida!

Digo a vocês que eu cresci aprendendo que deveria ouvir em silêncio, nunca levantar a voz para meus pais ou professores, nunca virar as costas quando meus pais estavam falando. E se hoje eu trabalho escrevendo, criando, ensinando e até criticando pensamentos dos quais discordo, é porque Deus abençoou a educação que meus pais me deram e eu amo a eles e ao Senhor por isso.

Queridos pais, não se deixem levar por cisternas rotas. Nosso Deus continua sendo a fonte de águas vivas e permanecer em seus princípios continua sendo o melhor caminho para formar filhos felizes, que encontram sentido e propósito na vida e que florescem no mundo, para a glória de Deus.

Um abraço,
Katarine Jordão
educarcomsapiencia.com

Carta #1: O que uma pessoa consegue fazer em um dia?

São José dos Campos, 10 de junho de 2021.

Entre um momento de choro e outro eu paro para escrever a vocês. 
Não era esse o assunto. O roteiro já estava pronto e eu pretendia começar a programação certinho das cartas que pretendo escrever a cada semana. Mas quando outra vez me vi chorando pensei que não faria sentido seguir o planejado e decidi enviar outra mensagem.


Não sei como tem sido para vocês as últimas semanas, mas aqui os dias têm sido difíceis. Perdemos duas pessoas em nossa igreja nessa última semana. Um pai de família que deixa a esposa e três filhas e uma mãe que deixa 3 filhinhos. Mesmo não sendo próxima deles, meu coração dói tanto… Que tempo temos vivido! Quanta dor essa pandemia tem causado! 

Mas, sabe… Essa semana tem me feito pensar muito no que temos feito do tempo que nos é dado.  

Quem me acompanha há um tempo já deve saber que eu amo as obras de Tolkien e que uma dos meus trechos favoritos da trilogia do Senhor dos Anéis é daquele momento em que Frodo diz que gostaria de todo aquele mal não tivesse acontecido em sua época. Ao que Gandalf responde: “Eu também não. Como todos os que vivem nestes tempos. Mas a decisão não é nossa. Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.” 

E eu sempre, sempre penso nisso: como gostaríamos que essas coisas não tivessem acontecido em nossa época! Assim como aqueles que viveram os horrores dos bombardeios em tempos de guerra, ou as terríveis torturas em tempos de perseguição aos cristãos, ou ainda as desolações provocadas por terremotos e furacões. 

Mas é tão sábia a frase que Tolkien colocou nas palavras de Gandalf! Não temos absolutamente nenhum poder para decidir em que tempo viveremos, ou que lutas enfrentaremos. Tudo o que podemos decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado. 


Então eu me vejo secando as lágrimas. Não quero olhar só para a dor, embora seja necessário sofrer com os que sofrem. Mas quero olhar para o dia que Deus me deu hoje. Hoje eu tenho vida, hoje não estou com dores e posso trabalhar. Hoje é o tempo que eu tenho e quero me sentir grata por cada dia. Levantar meus olhos e dispor-me a trabalhar e servir.  

Então me vejo sorrindo. Aqui do meu lado está um livro que recebi de um querido aluno de quem fui professora há 7 anos. O Davi escreveu um livro com devocionais e meditações inspiradas em trechos de filmes, e uma das frases que escolheu foi exatamente essa de Tolkien que citei acima. 

No início do livro ele diz que eu o incentivei nesse mundo da leitura (e eu me lembro como fiquei feliz quando ele decidiu ler O Hobbit).  Então agradeço a Deus. Porque o que fazemos a cada dia pode parecer repetitivo, mas aos poucos estamos colocando essas sementinhas no coração das crianças e nem podemos imaginar quanto, um dia, elas florescerão. 

Acabei de receber mais um texto de um dos alunos da Academia Kids. E penso se um dia uma dessas crianças me enviarão um livro que escreveram também. Penso “o que posso fazer em um dia de vida?”. Em um dia posso escrever uma mensagem para encorajar alguém. Posso preparar um almoço e nutrir minha família por mais um dia. Posso trabalhar por algumas horas criando um material que ajude as famílias. Em um dia não consigo fazer muito, mas consigo fazer pequenas coisas que talvez durem muito tempo, talvez sejam o bastante só para aquele dia. Mas que com certeza fazem algo florescer.

E assim sigo, com a esperança renovada e a lembrança de que o Senhor ainda está aqui. Sua Graça ainda nos cerca em meio a todas as dores e lutas que nosso mundo tem enfrentado. E Ele ainda nos diz: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. (João 16.33). Sigamos, amigos, para mais um dia! Decidamos viver com ânimo o tempo que nos é dado.

Com carinho,

Katarine 

Como manter a constância?

Bom dia! Tudo bem?

Hoje eu enviei um email compartilhando com o pessoal da nossa lista a 7ª e última estratégia para quem quer ensinar a criança a estudar – e aquela que eu considero a mais difícil: manter a constância naquilo que estabelecemos com as crianças.

Já percebeu como é difícil ser firme em algo já determinado? Às vezes parece que é uma batalha tão grande estabelecer um novo hábito que simplesmente deixamos de lado e seguimos a vida. 

Então o que queria dizer hoje para você, encerrando essa nossa pequena sequência de ideias, é que NENHUMA estratégia que comentei aqui apresentará resultados se usarmos apenas uma vez. Tudo o que precisamos trabalhar com as crianças – e na nossa própria vida – depende de repetir, repetir, repetir e… continuar repetindo.

Acho que nossa tendência sempre é tentar alguma coisa diferente a cada vez. E quando não traz resultados imediatos já “largamos” tudo e vamos tentar uma outra. Mas o que muitas pessoas bem sucedidas (em diversas áreas da vida) sempre dizem é que primeiro você precisa trabalhar a frequência: fazer todos os dias a mesma coisa, ainda que de modo imperfeito. Um dia aquilo se tornará um hábito e então você poderá se empenhar em torná-lo excelente.

Talvez esse seja um dos maiores desafios em nossa vida atual. Ser constante. Não sei no seu caso, mas na minha vida eu sei que é um grande desafio, com certeza. 

E uma das perguntas que mais recebo aqui é essa: como manter a constância?

Bem, como você já sabe, o foco do nosso trabalho aqui tem sido a educação do caráter por meio do cultivo das virtudes. Embora trabalhemos aqui diversos aspectos da formação da criança, acreditamos, profundamente, que educar o caráter é a base de todo trabalho educacional.

E a constância é, como conversamos acima, é uma das virtudes que mais precisamos para levar adiante os nossos projetos.

Então, respondendo como posso à pergunta anterior sobre como manter a constância, devo dizer isso:

Trabalhar para formar em nós uma virtude é, basicamente, ir contra a nossa natureza. A preguiça é o caminho mais fácil e natural. Tornar-se trabalhador é ir contra isso do mesmo modo como tornar-se diligente é ir contra o desleixo, tornar-se bondoso é ir contra o egoísmo e tornar-se constante é ir contra o desânimo.

Sendo assim, se você quer tornar-se uma pessoa constante, considere que está em uma verdadeira batalha contra tudo aquilo que vai “puxar” você para uma vida de desistências. 

E nada funciona tão bem, em minha opinião, quanto aprender com aqueles que já conseguiram. Eu AMO estudar biografias de pessoas reais que encontraram forças para vencer os desafios mais extremos e tornarem-se quem precisavam ser. Isso sempre me move a continuar, mesmo quando me sinto fraca ou querendo desistir.

Uma das biografias que eu amo é a de Sonya Carson, uma mãe que poucos conhecem porque não tornou-se famosa pelo que fez. Seu grande feito foi a forma como educou seus dois filhos, porque o que eles fizeram – e fazem – muda até os dias de hoje a vida de muitas pessoas. 

Na nossa primeira edição do projeto Vidas que Ensinam fizemos um curso em 25 áudios tomando como inspiração a vida dessa mulher incrível que sempre defendeu: “Faça o seu melhor, e Deus fará o resto”.

Nesse tempo que vivemos hoje, cheio de incertezas e momentos tão tristes, queremos incentivar você a inspirar-se e aprender com aqueles que enfrentaram também suas dificuldades e, com a graça de Deus, encontraram caminhos para viver de modo que até hoje nos ensinam.

Por isso, decidimos incluir, em nosso projeto de maio, o curso em áudios por apenas 25 reais (1 real por áudio), para ajudar e inspirar famílias que desejam voar além das circunstâncias e conduzir seus filhos para caminhos mais altos, para a glória de Deus.

Para adquirir o curso basta realizar um PIX usando como chave o nosso email contato@educarcomsapiencia.com e depois nos enviar, nesse mesmo email, o comprovante para receber o acesso ao curso. Ou clicar aqui.

Espero que nosso trabalho aqui seja proveitoso e abençoe sua vida e sua família. Estamos nos empenhando bastante aqui para as novidades que estão chegando.


Um grande abraço,

Katarine

Quais seus 3 principais objetivos para a vida de seu filho?

Oi, gente!

Um dia eu estava lendo um livro sobre educação de adolescentes e em determinado momento parei, surpresa, ao ler algo que eu sinceramente nunca tinha considerado antes.

O autor Paul Tripp dizia que muitos pais hoje seguem educando no estilo “apagar incêndios”, ou seja, vão tentando resolver os problemas que surgem a cada dia. Mas o que ele defendia era que os pais precisavam agir de modo mais intencional, assumindo a educação de cada filho com um projeto mesmo. Algo como: eu sei quais as principais necessidades de cada um dos meus filhos, o que preciso tratar no coração de cada um deles, e quais objetivos temos para esse ano em cada área da vida deles.

Eu achei aquilo fenomenal, porque achava que só professores tinham projetos assim. E pensei que seria mesmo algo maravilhoso se os pais se sentissem trabalhando com base em algo já estabelecido, já planejado.

Então nesse primeiro vídeo da série “Educação que Floresce” eu conversei um pouco sobre isso e deixei no final essa pergunta: “Quais são as 3 características que você espera ver em seu filho no futuro?” Pensando na pessoa que um dia ele ou ela será, quais são seus maiores objetivos enquanto o educa?

Eu gosto muito de ler os comentários desse vídeo, então se puder escreva lá também o seu. O vídeo está logo abaixo.

Quer acompanhar a série com um material para anotações? Acesse aqui a plataforma para baixar seu material.

Lembrando que para quem quer organizar um planejamento mais completo, nosso curso Planejamento do Ensino Familiar está com um super desconto e você pode começar já. Para saber mais é só ver aqui: Curso Planejamento do Ensino Familiar.

O livro que eu mencionei que estava lendo era “A idade da oportunidade”, de Paul David Tripp, da Editora Batista Regular.